terça-feira, 30 de junho de 2009

Da poesia radical.

Assisti a esse filme no final de semana. Grata surpresa! "Mauvais sang" — "Sangue ruim", como circulou pelos festivais brasileiros — é poesia radical. A cena que segue mostra muito bem essa força. Alex (Denis Lavant) dança "Modern love", de David Bowie, para expressar a agonia de ter um amor não-realizado, no caso, pela personagem Anna (Juliette Binoche).





Pra ver a cena completa: aqui.

sábado, 27 de junho de 2009

Perto.

Regina Spektor lançou no último 23, nos EUA, seu quinto álbum, "Far". O álbum foi anunciado em abril e a divulgação começa a ser feita com o single "Laughing with", que já tem um vídeo oficial. Mas eu não paro mesmo de ouvir "Folding chair". Anti-folk, catchy and cute.


I've got a perfect body, but sometimes I forget,
I've got a perfect body, 'cause my eyelashes catch my sweat.
Yes, they do. They do.



segunda-feira, 22 de junho de 2009

Do tribalismo cosmopolitano, I. — Um pouco mais fluido.

Gozar ou fazer gozar? Eis a solução.

Um amigo me indicou um vídeo há uns dias. O vídeo, apresentado no Festival de Publicidade de Gramado e produzido pela agência box1824 — que faz análise comportamental do público jovem —, compila resultados sobre esse nicho. A análise aponta que existe uma nova "geração" — que alguns denominam de "geração Y" e outros de "geração digital" — e que ela possui costumes, modos de produzir e consumir novos; e que mudam freneticamente. E que ironia, não? Um reducionismo publicitário que incita uma reflexão que fortalece o próprio reducionismo.



domingo, 21 de junho de 2009

Sexy boys.

O Air está de volta. Eles anunciaram nos últimos dias o lançamento do quinto álbum, "Love 2", para o dia 6 de outubro. Vale a pena rever o vídeo de "Sexy boy" pra comemorar.

Dans leurs yeux des dollars
Dans leurs sourires des diamants
Moi aussi un jour je serai beau comme un Dieu.




sábado, 20 de junho de 2009

Vício auditivo.

O blog Vício Auditivo postou hoje para download o primeiro álbum do Chris Garneau, "Music for tourists" (2007).




O álbum não é o melhor do cantor-compositor, mas é uma ótima forma de conhecer seu som calmo e a importância de suas influências — entre elas estão Jeff Buckley, Cat Power e Elliott Smith.